Novos espaços, novas possibilidades

Gestão de Infraestrutura

Espaços que acolhem, ensinam, conectam e transformam — a expansão física como expansão das possibilidades educativas.

Novo prédio do COTUCA
Novo prédio do COTUCA Novos espaços, novas possibilidades
01PDF p. 64

Apresentação

A incorporação do novo prédio à estrutura do Colégio Técnico de Campinas representa uma oportunidade histórica para o COTUCA. Mais do que ampliar a área física disponível, o novo prédio permite repensar a organização dos espaços, redistribuir atividades, qualificar ambientes existentes e criar novas possibilidades para o ensino, a pesquisa, a extensão, a convivência e o trabalho.

O desafio da gestão 2026–2030 será transformar essa expansão física em expansão das possibilidades educacionais e institucionais do COTUCA.

O Plano de Infraestrutura parte, portanto, de uma concepção de que os ambientes não são apenas locais onde as atividades acontecem. Eles constituem parte do processo educativo. O Plano de Ensino já estabelece que o espaço escolar deve ser compreendido como elemento pedagógico, propondo ambientes mais inclusivos, flexíveis, colaborativos e adequados às metodologias contemporâneas.

A infraestrutura deverá, portanto, responder a três grandes perguntas: Que COTUCA queremos construir? Que ambientes são necessários para esse projeto institucional? Como utilizar e conceber novos espaçõs para ampliar as oportunidades de aprender, pesquisar, criar, conviver e transformar?

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02PDF p. 64–65

Princípio orientador

“Espaços que acolhem, ensinam, conectam e transformam.” A gestão da infraestrutura será orientada pelos seguintes princípios:

01

Infraestrutura a serviço da missão institucional

Os espaços devem responder às necessidades do projeto educacional do COTUCA.

02

Estudante no centro

Os ambientes devem considerar diferentes formas de aprender, estudar, conviver e participar.

03

Flexibilidade

Os espaços devem permitir diferentes configurações e usos.

04

Integração

A infraestrutura deve aproximar Ensino, Pesquisa, Extensão e Gestão.

05

Acolhimento e pertencimento

A escola deve oferecer ambientes nos quais os estudantes e trabalhadores se sintam acolhidos e pertencentes.

06

Inclusão e acessibilidade

Acessibilidade física, comunicacional, tecnológica e pedagógica deverá estar incorporada ao planejamento.

07

Inovação

Os ambientes devem possibilitar experimentação, colaboração, criatividade e novas metodologias.

08

Sustentabilidade

As decisões de infraestrutura devem considerar eficiência energética, uso racional de recursos e responsabilidade ambiental.

09

Segurança

Segurança, prevenção e condições adequadas de funcionamento constituem prioridade permanente.

10

Planejamento participativo

A comunidade deverá participar da definição dos usos e prioridades dos espaços.

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03PDF p. 65

Objetivo geral

Elaborar e implementar uma política integrada de infraestrutura para o COTUCA, aproveitando a incorporação do novo prédio para reestruturar, qualificar e integrar os ambientes existentes e novos, criando condições adequadas para o ensino, a pesquisa, a extensão, a permanência estudantil, o bem-estar, a inovação e o trabalho.

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04PDF p. 65–66

Objetivos específicos

  • Reorganizar os ambientes existentes.
  • Identificar sobreposições, deficiências e novas necessidades.
  • Qualificar salas de aula, laboratórios e oficinas.
  • Criar novos espaços de estudo e convivência.
  • Ampliar espaços destinados à pesquisa e extensão.
  • Criar ambientes de inovação e trabalho colaborativo.
  • Melhorar a acessibilidade.
  • Melhorar o conforto térmico, acústico e luminoso.
  • Atualizar mobiliário e equipamentos.
  • Ampliar conectividade e infraestrutura tecnológica.
  • Fortalecer a segurança dos ambientes.
  • Implantar política de manutenção preventiva.
  • Incorporar critérios de sustentabilidade.
  • Integrar infraestrutura física e planejamento pedagógico.
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05PDF p. 66–67

Eixos estratégicos e diagnóstico inicial

O Plano será estruturado em oito eixos:

  • EIXO 1 – Reestruturação dos Ambientes Existentes
  • EIXO 2 – Ambientes de Ensino, Pesquisa e Extensão
  • EIXO 3 – Espaços de Permanência, Convivência e Bem-Estar
  • EIXO 4 – Inovação, Tecnologia e Novos Ambientes de Aprendizagem
  • EIXO 5 – Acessibilidade, Segurança e Sustentabilidade
  • EIXO 6 – Mobiliário, Equipamentos e Manutenção
  • EIXO 7 – Gestão Participativa e Avaliação dos Espaços
ObjetivosAções prioritárias

1. Diagnóstico físico-funcional

Realizar levantamento completo:

  • áreas disponíveis;
  • salas;
  • laboratórios;
  • oficinas;
  • áreas administrativas;
  • circulação;
  • sanitários;
  • acessibilidade;
  • instalações elétricas;
  • rede de dados;
  • climatização;
  • iluminação;
  • acústica;
  • mobiliário;
  • segurança.

2. Mapeamento das necessidades

Ouvir:

  • estudantes;
  • docentes;
  • departamentos;
  • servidores técnico-administrativos;
  • coordenações;
  • áreas de Ensino;
  • Pesquisa;
  • Extensão;
  • Gestão.

3. Plano Diretor de Ocupação

Elaborar mapa integrado dos ambientes existentes e do novo prédio. O planejamento deverá responder:

  • Onde ensinar?
  • Onde pesquisar?
  • Onde desenvolver projetos?
  • Onde atender estudantes?
  • Onde estudar?
  • Onde conviver?
  • Onde trabalhar?
  • Onde criar?
  • Onde realizar eventos?
  • Onde receber a comunidade externa?

4. Ocupação por vocação

Sempre que possível, cada ambiente deverá possuir uma função principal, mas permitir usos complementares e compartilhados.

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06PDF p. 67–69

Eixo 1 — Reestruturação dos Ambientes Existentes

A incorporação do novo prédio cria uma oportunidade para reavaliar a utilização dos espaços atuais. Não se propõe apenas reformar ambientes isoladamente, mas pensar a infraestrutura como um sistema integrado. É necessário construir um Plano Diretor de Ocupação do COTUCA, considerando conjuntamente o novo prédio e a estrutura existente.

Objetivos
  • Definir a vocação dos diferentes ambientes.
  • Distribuir atividades de forma racional.
  • Evitar ocupações improvisadas.
  • Aproveitar melhor os espaços existentes.
  • Criar possibilidades de expansão futura.
  • Qualificar ambientes antigos.
  • Criar novas possibilidades de uso.
Ações

1. Diagnóstico ambiente por ambiente

Classificar cada espaço considerando:

  • estado físico;
  • adequação pedagógica;
  • capacidade;
  • acessibilidade;
  • conforto;
  • tecnologia;
  • segurança;
  • utilização;
  • potencial de transformação.

2. Matriz de prioridades

Prioridade 1 – Segurança e funcionamento
  • instalações;
  • acessibilidade;
  • prevenção de riscos;
  • manutenção.
Prioridade 2 – Qualificação
  • mobiliário;
  • iluminação;
  • acústica;
  • climatização;
  • conectividade;
  • recursos pedagógicos.
Prioridade 3 – Transformação
  • novos usos;
  • ambientes flexíveis;
  • inovação;
  • integração entre áreas.

3. Plano Diretor de Ocupação

Elaborar mapa integrado dos ambientes existentes e do novo prédio.

O planejamento deverá responder:

  • Onde ensinar?
  • Onde pesquisar?
  • Onde desenvolver projetos?
  • Onde atender estudantes?
  • Onde estudar?
  • Onde conviver?
  • Onde trabalhar?
  • Onde criar?
  • Onde realizar eventos?
  • Onde receber a comunidade externa?

4. Ocupação por vocação

Sempre que possível, cada ambiente deverá possuir uma função principal, mas permitir usos complementares e compartilhados.

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07PDF p. 69–70

Eixo 2 — Ambientes de Ensino, Pesquisa e Extensão

A infraestrutura deverá apoiar diretamente a integração entre as três dimensões da missão acadêmica do COTUCA. O Plano de Pesquisa e Extensão prevê ambientes que favoreçam investigação, experimentação, criatividade, colaboração, prototipagem e interdisciplinaridade.

1. Salas de aula flexíveis

Sempre que possível:

  • mobiliário móvel;
  • diferentes configurações;
  • trabalho em grupos;
  • recursos multimídia;
  • conectividade;
  • espaços para colaboração.

2. Laboratórios

Planejar:

  • atualização;
  • segurança;
  • manutenção;
  • equipamentos;
  • armazenamento;
  • integração curricular.

3. Oficinas

Fortalecer espaços para:

  • práticas técnicas;
  • experimentação;
  • prototipagem;
  • projetos interdisciplinares.

4. Espaços de pesquisa

Criar ambientes destinados a:

  • iniciação científica;
  • projetos de docentes;
  • grupos de estudantes;
  • análise de dados;
  • produção científica;
  • orientação.

5. Espaços de extensão

Criar ambientes para:

  • oficinas;
  • cursos;
  • projetos comunitários;
  • atendimento;
  • atividades com escolas públicas;
  • divulgação científica.
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08PDF p. 70–71

Eixo 3 — Espaços de Permanência, Convivência e Bem-Estar

A infraestrutura deverá contribuir diretamente para a permanência estudantil. O Plano de Ensino propõe ampliar espaços de estudo, convivência, tutoria, mentoria e projetos interdisciplinares.

Objetivos
  • Criar espaços de pertencimento.
  • Ampliar possibilidades de estudo.
  • Oferecer ambientes de convivência.
  • Apoiar estudantes que permanecem na escola por períodos prolongados.
Ambientes prioritários

1. Espaços de estudo individual

Ambientes silenciosos e adequados à concentração.

2. Espaços de estudo coletivo

Mesas e recursos para trabalho em grupo.

3. Espaço de mentoria e tutoria

Ambiente reservado para acompanhamento de estudantes.

4. Espaço de convivência

Local destinado à interação, descanso e socialização.

5. Espaço de acolhimento

Ambiente mais reservado para escuta e atendimento, respeitando as atribuições dos serviços especializados.

6. Espaços culturais

Ambientes que possam receber:

  • exposições;
  • apresentações;
  • encontros;
  • atividades culturais;
  • mostras.
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09PDF p. 71–72

Eixo 4 — Inovação, Tecnologia e Novos Ambientes de Aprendizagem

As novas áreas devem também servir como oportunidade para criar ambientes que atualmente não existem ou que são insuficientes. O Plano de Pesquisa e Extensão já prevê a possibilidade de fortalecimento de espaços maker, prototipagem, robótica, fabricação digital, eletrônica e programação.

Ambientes estratégicos

1. Espaço Maker

Para:

  • prototipagem;
  • fabricação digital;
  • eletrônica;
  • robótica;
  • programação.

2. Laboratório de inovação

Ambiente para projetos interdisciplinares.

3. Espaço de projetos

Ambiente compartilhado para equipes desenvolverem trabalhos.

4. Estúdio de comunicação e divulgação científica

Possibilidade de produção de:

  • vídeos;
  • podcasts;
  • materiais educativos;
  • divulgação científica.

5. Espaço de aprendizagem colaborativa

Ambiente para metodologias ativas e projetos.

6. Ambiente tecnológico compartilhado

Para utilização por diferentes departamentos.

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10PDF p. 72–73

Eixo 5 — Acessibilidade, Segurança e Sustentabilidade

A adequação dos espaços deverá ser concebido e ocupado considerando acessibilidade e sustentabilidade desde o planejamento.

Ações prioritárias

Acessibilidade

Mapear:

  • barreiras arquitetônicas;
  • comunicação;
  • sinalização;
  • circulação;
  • mobiliário;
  • tecnologia;
  • acesso aos serviços.

Segurança

Garantir:

  • rotas de emergência;
  • sinalização;
  • equipamentos adequados;
  • segurança de laboratórios;
  • instalações adequadas;
  • protocolos de emergência.

Sustentabilidade

Priorizar:

  • iluminação eficiente;
  • ventilação adequada;
  • redução do consumo energético;
  • uso racional da água;
  • gestão de resíduos;
  • materiais sustentáveis;
  • aproveitamento dos recursos naturais quando tecnicamente possível.
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11PDF p. 73–74

Eixo 6 — Mobiliário, Equipamentos e Manutenção

A reorganização dos ambientes deverá ser acompanhada por uma política de mobiliário, equipamentos e manutenção.

Objetivos
  • Evitar espaços reformados sem equipamentos adequados.
  • Padronizar soluções quando conveniente.
  • Reduzir custos de manutenção.
  • Aumentar a vida útil dos equipamentos.
Ações

1. Plano de mobiliário

Definir critérios para:

  • ergonomia;
  • flexibilidade;
  • acessibilidade;
  • durabilidade;
  • adequação pedagógica.

2. Plano de equipamentos

Relacionar cada ambiente às necessidades específicas.

3. Inventário integrado

Mapear equipamentos existentes e possibilidades de redistribuição.

4. Manutenção preventiva

Estabelecer cronograma para:

  • instalações;
  • equipamentos;
  • mobiliário;
  • laboratórios;
  • sistemas tecnológicos.

5. Gestão compartilhada

Equipamentos de uso interdisciplinar deverão possuir regras claras de utilização, manutenção e responsabilidade.

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12PDF p. 74–75

Eixo 7 — Gestão Participativa e Avaliação dos Espaços

A comunidade deve participar da transformação dos ambientes.

Ações

1. Comissão de Infraestrutura

Criar grupo permanente envolvendo:

  • Direção Administrativa;
  • Ensino;
  • Pesquisa;
  • Extensão;
  • Gestão Administrativa;
  • Gestão de Pessoas;
  • departamentos;
  • docentes;
  • servidores;
  • estudantes.

2. Escuta dos usuários

Realizar consultas sobre:

  • salas;
  • laboratórios;
  • espaços de estudo;
  • convivência;
  • mobiliário;
  • conforto;
  • acessibilidade.

3. Avaliação pós-ocupação

Todo ambiente reformado ou criado deverá ser avaliado após sua utilização. Perguntas orientadoras:

  • O espaço atende à finalidade prevista?
  • É utilizado adequadamente?
  • Os usuários estão satisfeitos?
  • Existem problemas de funcionamento?
  • O ambiente favorece a aprendizagem e colaboração?
  • Que melhorias são necessárias?
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13PDF p. 75

Programa prioritário — Espaços que Ensinam

COTUCA – ESPAÇOS QUE ENSINAM

Propõe-se a criação de um programa transversal que integre a transformação dos ambientes do COTUCA.

DIAGNOSTICAR

Conhecer os espaços e suas necessidades.

PLANEJAR

Definir prioridades e vocações.

REESTRUTURAR

Qualificar os ambientes existentes.

OCUPAR

Utilizar estrategicamente o novo prédio.

INOVAR

Criar novos ambientes de aprendizagem.

AVALIAR

Ouvir os usuários e aperfeiçoar continuamente.

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14PDF p. 75–76

Um novo prédio, um novo COTUCA

A incorporação do novo prédio deve ser compreendida como oportunidade para uma reorganização institucional mais ampla. A proposta não é simplesmente distribuir setores entre dois prédios.

É construir uma nova lógica espacial para o COTUCA. O novo prédio permite concentrar ou abrigar novos espaços, conforme os estudos de viabilidade:

  • novos ambientes pedagógicos;
  • laboratórios;
  • espaços de inovação;
  • pesquisa;
  • extensão;
  • salas flexíveis;
  • espaços de estudo;
  • ambientes de convivência;
  • atendimento e apoio;
  • projetos interdisciplinares;
  • espaços administrativos;
  • ambientes de formação.

A definição final deverá resultar do diagnóstico e do processo participativo, e não de uma distribuição prévia sem análise das necessidades.

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15PDF p. 76–77

Plano de Reestruturação dos Ambientes

Propõe-se organizar a transformação física em quatro etapas.

01

ETAPA 1 – DIAGNÓSTICO

1º semestre

  • levantamento físico;
  • levantamento funcional;
  • levantamento pedagógico;
  • levantamento tecnológico;
  • levantamento de acessibilidade;
  • levantamento de segurança;
  • escuta da comunidade.
02

ETAPA 2 – PLANEJAMENTO

1º ano

Elaboração do: Plano Diretor de Infraestrutura e Ocupação do COTUCA Contendo:

  • mapa dos ambientes;
  • vocação dos espaços;
  • prioridades;
  • cronograma;
  • estimativa de investimentos;
  • fontes de recursos;
  • responsáveis.
03

ETAPA 3 – IMPLEMENTAÇÃO

2º e 3º anos

  • ocupação planejada do novo prédio;
  • reformas prioritárias;
  • criação de novos ambientes;
  • atualização de laboratórios;
  • melhoria dos espaços de convivência;
  • implantação de espaços de inovação.
04

ETAPA 4 – CONSOLIDAÇÃO

4º ano

  • avaliação dos ambientes;
  • correções;
  • manutenção;
  • avaliação de utilização;
  • institucionalização das soluções;
  • planejamento do próximo ciclo.
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16PDF p. 77–78

Governança

A implementação deverá ser coordenada pela Direção Geral e Administrativa do COTUCA, em articulação com:

  • Gestão Administrativa;
  • Área de Ensino;
  • Área de Pesquisa e Extensão;
  • Gestão de Pessoas;
  • departamentos;
  • docentes;
  • servidores técnico-administrativos;
  • representação estudantil;
  • comissões;
  • setores da UNICAMP relacionados à infraestrutura;
  • comunidade escolar.

A gestão deverá evitar decisões isoladas e promover integração entre necessidade pedagógica, viabilidade técnica e disponibilidade orçamentária.

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17PDF p. 78

Compromissos da gestão

1. O espaço também ensina

A infraestrutura será compreendida como parte do projeto pedagógico.

2. O novo prédio será uma oportunidade de transformação

A expansão física deverá produzir novas possibilidades educacionais e institucionais.

3. Nenhum espaço será planejado sem finalidade

Cada intervenção deverá responder a uma necessidade identificada.

4. Primeiro segurança e acessibilidade

Condições básicas de funcionamento constituem prioridade.

5. Ambientes devem ser flexíveis

Sempre que possível, os espaços deverão permitir diferentes usos.

6. Estudantes devem participar

A percepção dos usuários será parte do planejamento.

7. Manutenção é investimento

A manutenção preventiva deverá ser tratada como estratégia de preservação do patrimônio público.

8. Infraestrutura deve integrar pessoas

Os espaços devem favorecer encontro, colaboração, pertencimento e trabalho coletivo.

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18PDF p. 78–79

Articulação com os demais planos de gestão

O Plano de Infraestrutura será transversal aos demais planos.

ENSINO

Ambientes adequados → melhores condições de aprendizagem.

PESQUISA

Laboratórios e espaços de inovação → mais oportunidades de investigação.

EXTENSÃO

Ambientes adequados → maior capacidade de interação com a comunidade.

GESTÃO DE PESSOAS

Ambientes seguros, acessíveis e confortáveis → melhores condições de trabalho.

GESTÃO ADMINISTRATIVA

Planejamento de infraestrutura → melhor utilização dos recursos públicos.

PERMANÊNCIA

Espaços de estudo, convivência e acolhimento → maior pertencimento.

SAÚDE E BEM-ESTAR

Ambientes adequados → melhores condições de convivência e qualidade de vida.

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19PDF p. 79

Considerações finais

A incorporação de um novo prédio representa uma oportunidade que ultrapassa a ampliação física do COTUCA. É uma oportunidade para reimaginar a escola. O desafio da gestão 2026–2030 será utilizar essa nova estrutura para enfrentar problemas existentes, qualificar os ambientes atuais e criar espaços que respondam às novas necessidades da educação técnica.

O COTUCA deve ser uma escola na qual:

  • a sala de aula favoreça diferentes formas de aprender;
  • o laboratório estimule a investigação;
  • a oficina permita criar e experimentar;
  • o espaço de estudo favoreça a permanência;
  • o ambiente de convivência fortaleça vínculos;
  • o espaço de inovação estimule projetos;
  • a infraestrutura tecnológica conecte pessoas e conhecimentos;
  • e cada ambiente contribua para que o estudante possa aprender, participar e pertencer.

A expansão física deve, portanto, ser acompanhada por uma expansão das possibilidades educativas. O novo prédio não deve ser apenas mais um espaço do COTUCA. Deve ser parte da construção de um novo COTUCA.

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